terça-feira, 30 de julho de 2013

Deformidade

Quando meus sentimentos mais entristecedores começam a fazer parte do meu cotidiano, uma onda de depressão me atinge transformando tudo em lágrimas. Nada convém, nada detém, nada me fortalece, tudo me enfraquece.

Retirado do meu eu mais íntimo, corvos penosos me mutilam de rancor. Colocada em frente ao espelho só pra fluir dor.

As improficuidades do padrão capitalista me chagam de forma fatal. Não me enquadro no bonito, só gostaria de ser normal.

Desqualificada no mundo mórbido da beleza, configurada para um sistema de pessoas com alto nível de fraqueza.

Eu, tão vazia de qualidades.  Isso não importa, é só mais uma de inúmeras futilidades.

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